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Campos ao Vento
O movimento como matéria fotográfica. Longas exposições dissolvem árvores e horizontes em camadas de tempo, onde o vento se torna visível na trêmula linha entre o que permanece e o que passa.
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Obra
Seis séries autorais que investigam os vestígios discretos da natureza e as relações entre luz, tempo e matéria.
01
O movimento como matéria fotográfica. Longas exposições dissolvem árvores e horizontes em camadas de tempo, onde o vento se torna visível na trêmula linha entre o que permanece e o que passa.
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02
Texturas, fendas e superfícies orgânicas observadas de perto, como se a pele do mundo guardasse memórias geológicas e silenciosas à espera de um olhar atento.
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03
Uma escuta visual do oceano e seus litorais — onde a névoa, a espuma e o silêncio em preto e branco compõem uma paisagem sonora que só se vê.
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04
O tempo como escultor — restos, ruínas e superfícies tomadas pela natureza, onde o que foi abandonado revela uma beleza silenciosa que só o esquecimento produz.
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05
O fluir do tempo sobre a matéria frágil. Folhas secas, hastes e reflexos na penumbra, onde a forma se entrega lentamente à passagem e a luz insiste em permanecer.
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06
Onde a luz se torna autora. Sombras, contraluzes e contornos naturais traçam desenhos efêmeros sobre folhas, ramos e superfícies do cotidiano.
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